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Governo abre 35 processos contra Bets por apostas ilegais na Copinha

Governo abre 35 processos contra Bets por apostas ilegais na Copinha

Governo abre 35 processos contra Bets por apostas ilegais na Copinha

Josias Pereira
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De acordo com reportagem da Folha de S. Paulo, o Ministério da Fazenda abriu 35 procedimentos administrativos contra operadoras de apostas esportivas suspeitas de ofertarem mercados irregulares durante a Copa São Paulo de Futebol Júnior, competição organizada pela Federação Paulista de Futebol e reconhecida como a principal vitrine do futebol de base no Brasil.

A oferta de apostas envolvendo partidas da Copinha foi formalmente proibida em dezembro de 2024, quando o governo vetou não apenas a exploração de jogos do torneio, como também patrocínios relacionados a casas de apostas — incluindo exposições em uniformes, estádios e transmissões. Ainda assim, segundo o secretário de Prêmios e Apostas (SPA), Regis Dudena, algumas operadoras desrespeitaram as determinações.

“Algumas casas de apostas ofertaram a Copinha, que é voltada para atletas sub-21. Isso gerou a abertura de processos sancionadores. As empresas tiveram amplo direito de defesa, mas, comprovada a oferta, serão aplicadas penalidades”, afirmou Dudena durante participação no programa C-Level Entrevista, exibido na sexta-feira, 22.

As operadoras envolvidas não foram publicamente nomeadas. Segundo informações da SPA, os casos são analisados em etapas administrativas. O primeiro passo é uma solicitação de esclarecimentos feita por um setor de fiscalização da pasta. Caso as justificativas apresentadas sejam consideradas insuficientes, os casos seguem para uma análise mais aprofundada, conduzida por uma subsecretaria especializada.

  • Se for confirmada a infração, a empresa pode receber sanções administrativas. Ainda assim, há possibilidade de recursos, inclusive direcionados diretamente ao gabinete do próprio secretário da SPA.

Propagandas irregulares também foram detectadas

A atuação irregular das casas de apostas durante a Copinha não se limitou à venda de apostas. Ainda no início de 2024, o Conar (Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária) identificou 32 casos de publicidade indevida envolvendo o torneio, conforme publicado pelo jornal O Globo. As irregularidades incluíam desde propagandas nas placas de campo até anúncios digitais durante as transmissões e momentos simbólicos, como a entrada das crianças com os jogadores.

Eventos de base não podem ser alvo do setor de apostas

O Ministério da Fazenda tem reforçado, por meio de notas técnicas e ações práticas, que eventos com atletas menores de idade ou jovens em formação não devem ser associados a qualquer atividade de apostas. O principal argumento é a proteção dos adolescentes e jovens contra possíveis impactos negativos, como o desenvolvimento de vício em jogos, endividamento precoce, problemas psicológicos e queda no desempenho escolar.

(Foto: Divulgação/FPF)

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