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Segundo pesquisa, dinheiro não é a principal motivação dos jovens para apostar

Segundo pesquisa, dinheiro não é a principal motivação dos jovens para apostar

Segundo pesquisa, dinheiro não é a principal motivação dos jovens para apostar

Bruno Pessa
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O terceiro Levantamento Nacional de Álcool e Drogas (Lenad III) apontou que cerca de 33 milhões de brasileiros com 14 anos ou mais já participaram de algum jogo de aposta ao menos uma vez. Se limitarmos esse recorte à faixa etária de 14 a 18 anos, ou seja, parcela do público jovem que, segundo a legislação brasileira, está proibida de realizar apostas online, notamos que 10,9% já participaram de alguma atividade de aposta, o que é equivalente a mais de 1 milhão de jovens.

Embora as apostas esportivas sejam a principal forma de jogo de aposta entre os adolescentes brasileiros, seguidas por loterias e jogos de cartas com dinheiro, a expectativa de retorno financeiro não é a principal razão para apostar. A curiosidade, para 37% dos respondentes, e a influência dos amigos, para 28% deles, vêm acima da esperança de ganhar dinheiro, que aparece em terceiro lugar entre as motivações, entre 25% do público.

Jovens residentes em áreas urbanas e de famílias com maior acesso à internet e dispositivos móveis são os mais habituados a apostar. Dentre aqueles que já apostaram, 2,2% apresentaram sinais de comportamento problemático, como dificuldade em parar de jogar, mentir sobre o hábito ou apostar valores elevados.

As recomendações dos pesquisadores para evitar o vício na prática incluem restrições severas à publicidade, especialmente em mídias de comunicação de grande alcance e em horários acessíveis a menores, e o veto ao uso de influenciadores, atletas e figuras públicas com apelo juvenil.

Fruto de uma parceria entre o Ministério da Justiça e Segurança Pública e a Universidade Federal de São Paulo, o Lenad III ouviu uma amostra de 16.608 participantes, sendo 6,9% de adolescentes e o restante de adultos, no ano de 2023. O estudo visa investigar e descrever as prevalências de diferentes padrões de consumo de substâncias lícitas e ilícitas em uma amostra representativa de adolescentes (14 a 18 anos) e adultos (18 anos ou mais) de todo território nacional, entre outros objetivos.

Fonte: 
Portal Estadão.com

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